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O presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, informou nesta terça-feira (20/06) que está negociando com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e outras instituições financeiras a criação de uma linha de financiamento

Publicado em 22/06/2017

O presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, informou nesta terça-feira (20/06) que está negociando com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e outras instituições financeiras a criação de uma linha de financiamento voltada para micro, pequenas e médias empresas. Presente a um evento comemorativo dos 65 anos do BNDES, o executivo defendeu o aumento do crédito destinado às exportações e a projetos de infraestrutura no país.

“A infraestrutura vai ajudar na retomada do crescimento e da produção interna. E a [queda] na taxa de juros acaba sendo consequência disso”, afirmou Caffarelli, para quem a retomada deverá ocorrer ainda no segundo semestre deste ano.

Na visão dele, o aumento da inadimplência provocado pela recessão no país assustou as instituições financeiras. Com a melhoria das condições econômicas, o presidente do Banco do Brasil acredita que “é preciso separar o joio do trigo”, retomando a capacidade do setor bancário de conceder crédito. “Concomitantemente ao crédito, temos de estimular exportações”, disse.

No caso da linha de crédito em discussão com o BNDES – voltada para micro, pequenas e médias empresas – tanto as condições de financiamento como o montante que estará disponível ainda não foram definidos, segundo Caffarelli. “Provavelmente será uma linha do BNDES que vai ser aplicada pelos bancos que tiverem interesse em aplicar esta linha”, afirmou.

Questionado sobre o fato de já existirem linhas de financiamento voltadas para o segmento de empresas de pequeno e médio porte, o executivo argumentou que os esforços são no sentido de tornar esse tipo de crédito mais atrativo.

A ampliação de linhas de financiamento também foi um tema destacado pelo presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, que frisou que o banco não planeja um “pacote de bondades”. Sugeriu, porém, que vai aumentar a atuação da instituição de fomento na economia do país.

“Este governo e o Brasil estão para além da era de pacote, aqui ninguém está empacotando nada, porque não somos mercearia, muito menos bondade. Queremos desobstruir o que está travado e o que o país, em nome de 14 milhões de desempregados, precisa destravar”, afirmou Rabello de Castro.

Bem-humorado, o economista negou a devolução de cerca de R$ 300 bilhões que o BNDES ainda estaria devendo ao Tesouro Nacional. Disse que o banco iria usar esse montante e que talvez ainda precisasse de mais recursos.

O discurso foi bem recebido pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, que reforçou a necessidade imediata de crédito para a retomada do crescimento. Skaf não citou a administração da presidente anterior do banco, Maria Silvia Bastos Marques, que deixou o BNDES sob críticas de dificultar a concessão de empréstimos, mas disse que nos últimos meses a direção do BNDES estava “gerando e entesourando caixa”.

“Voltar ao crescimento não é uma prioridade? Tirar essas empresas do sufoco não é uma prioridade?”, questionou o empresário. “Tem que haver uma reação forte do BNDES”, pediu o presidente da Fiesp.

Fonte: Valor Econômico

O presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, informou nesta terça-feira (20/06) que está negociando com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e outras instituições financeiras a criação de uma linha de financiamento

 

 
       

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